Entenda como funciona a remoção de pacientes e quais os tipos de chamado você precisa saber

Remoção de pacientes: entenda o que é e como funciona

A remoção de pacientes é um procedimento que precisa ser feito com o máximo de segurança, planejamento e estrutura. Afinal, a condição de saúde da pessoa transportada deve ser a mais confortável e estável possível para que o quadro de enfermidade não se agrave.

No artigo de hoje nós, do Hospital Domiciliar do Brasil, vamos te explicar como isso deve ser feito, quais os tipos de chamado e porque apenas uma empresa especializada pode executar esse serviço. Confira.

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Entenda como funciona a remoção de pacientes

É um transporte que deve priorizar a condição de saúde da pessoa com a máxima segurança, aliando a eficácia e o conforto. Mesmo em casos extremos, em que a rapidez seja um aspecto crucial para a situação, ainda assim esses requisitos precisam ser atendidos.

Os casos são diversos: pacientes com limitação de movimento, recém-operados, vítimas de acidente vascular cerebral (AVC), gestantes e outros casos de complexidade maior. 

O serviço de remoção de pacientes é conhecido como AMD ou APH. Siglas para atendimento médico domiciliar e atendimento pré-hospitalar, respectivamente. Com ele se espera atender o paciente de maneira como se ele estivesse em ambiente hospitalar, munidos de equipamentos, materiais e medicações necessários para emergências. Com isso o quadro de saúde é estabilizado no local até que a transferência seja feita para uma unidade hospitalar. 

A remoção médica é indicada quando o paciente apresenta complicações físicas que requerem a transferência para outra unidade de saúde ou em casos de resgates. 

Não é recomendado o uso de veículos comuns nestes casos, sendo de essencial importância a remoção por meio de atendimento especializado com as ambulâncias.

A legislação sobre esse serviço

Há uma legislação específica no Brasil para a remoção de pacientes. Mesmo que seja entre setores de um hospital, ainda assim há critérios que devem ser obedecidos pela equipe de saúde, entre médicos, enfermeiros e técnicos.

Existe a Portaria GM/MS nº 2.048 de 5 de novembro de 2002, que determina que o veículo para transportar pacientes enfermos sejam as ambulâncias, como as nossas, do Hospital Domiciliar do Brasil. Veja os tipos:

  • Tipo A: para pacientes que não estão em risco de morte;
  • Tipo B: equipada para um atendimento inicial quando há risco de morte;
  • Tipo C: específica para suporte e salvamento em locais que sejam de difícil acesso;
  • Tipo D: para atendimento de pacientes com risco iminente de morte;
  • Tipo E: aeronave de transporte médico para a remoção entre estados e municípios;
  • Tipo F: embarcação para transporte médico.

As modalidades de remoção de pacientes debilitados podem ser:

  • Pré-hospitalar: quando o transporte é uma transferência de urgência, para que o paciente seja atendido o mais rápido possível. São casos graves de urgência e emergência em que o atendimento exerce papel crucial para a vida do paciente. 
  • Inter-hospitalar: é a transferência entre unidades de serviços hospitalares de urgência e emergência, hospitais ou clínicas.

Códigos para as chamadas de emergência

Existem códigos para as chamadas, que são classificações de risco usando as seguintes cores: 

  • Vermelho: representa alto risco e prioridade máxima;
  • Amarelo: para casos urgentes, que devem ser atendidos com o máximo de rapidez;
  • Verde: menor urgência;
  • Azul: sem urgência.

Este artigo foi útil para você? No artigo você viu que a remoção de pacientes, em estado grave ou não, deve ser feita exclusivamente em veículos apropriados. Viu também que a legislação brasileira apenas permite o transporte se houver o mínimo de estrutura, equipamentos e equipe para um atendimento e/ou resgate de excelência, como a do Hospital Domiciliar do Brasil, por exemplo.

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