Hospital de campanha no Mané Garrincha pode abrir dia 20

Camas e bombas de infusão, desfibriladores e aparelhos de raios-x portáteis já estão instalados no local

O hospital de campanha que está sendo instalado no Mané Garrincha está em fase final de preparação. De acordo com o GDF, o centro de saúde possui 173 leitos que servirão como Unidade de Terapia Intensiva (UTI), leitos ambulatoriais e de internação. O hospital fica na cobertura da arena e numa área de seis mil metros quadrados e é uma solução para que mais pessoas com Covid-19 tenham acesso à saúde gratuita.

O processo de pôr o hospital em funcionamento será gradativo e feito em três etapas. A previsão é de que a inauguração ocorra em 20 de maio, já com ao menos 100 leitos de enfermaria. Em seguida, em torno de dez dias, espera-se mais 70 leitos em funcionamento para que, enfim, mais respiradores artificiais sejam alocados no espaço.

A maior parte dos equipamentos usados no tratamento de Covid-19 já está disponível no hospital. As bombas de infusão, desfibriladores e aparelhos de raio-X portáteis (que vão à beira do leito fazer o exame de imagem do paciente) estão prontos para serem utilizados. As camas também já estão arrumadas para acomodar os pacientes.

Na segunda-feira, 11, o governador Ibaneis Rocha esteja no local e pareceu satisfeito com o trabalho. “É uma área muito mais fácil de se fazer um hospital de campanha. Basta vocês compararem com o hospital (de campanha) de Águas Lindas, que teve dificuldade para terminar de montar porque não tem essa estrutura com essa qualidade”, disse.

Ibaneis referiu-se a estrutura do estádio que já tinha toda a tubulação necessária para ligar os equipamentos, inclusive com ar-condicionado.

Ceilândia também terá seu hospital de campanha

O governador Ibaneis Rocha anunciou ainda durante visita às instalações do hospital de campanha no Mané Garrincha, a construção de uma unidade hospitalar em Ceilândia, especializada também no tratamento de Covid-19, com mais 60 leitos. No futuro, quando a pandemia passar, o local deverá acomodar uma estrutura voltada para o atendimento materno-infantil.

“Estamos procurando internar a pessoa infectada com a Covid-19 antes mesmo de a doença se agravar. Existe um estudo desenvolvido por nossos especialistas em saúde que diz que, quando você acompanha a pessoa no período de 48h a 72h e percebe que o paciente manteve a respiração constante durante três dias, ele pode receber alta porque não vai ter um agravamento na doença”, explicou o governador.

*Com informações da Agência Brasília

Fonte: www.gpslifetime.com.br